Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Voltei a escrever e já não queria,
Julgava já ter esquecido este meu versejar,
Ser poeta é imaginar e sofrer todo o dia,
Escrever num papel o que a alma encontrar.

Este estado de alma que já não ousaria,
Que me traz sofrimento, para te encontrar,
Abandona o meu corpo quando escrevo poesia,
Nos poemas que ela cria, para me libertar.

A ti que mais amo e sem querer,
Se fico triste e te faço sofrer,
Rosa eu te quero, rosas eu te dou.
E se tu me vires distraído ou disperso,

Uma única coisa eu imploro e peço,
Espera! A minha alma não regressou.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:16
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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