Quinta-feira, 03 de Julho de 2008

A minha poesia é inconstante…
Amor, sofrimento; Primavera, Outono…
Inconstante como a vida,
Como o barco que, no alto mar, ondeia…

Nuns dias o sorriso estampado nos versos…
Noutros as lágrimas espalhadas pelas estrofes…
Não levo a escrita por uma linha recta,
Ou estarei a confundir a vida com a escrita?

Nem a vida nem a escrita…
Em mim, nada tem um rumo definido.
Erradamente, deixo correr ambas
Como, em ziguezague, corre o rio.

Vamos, critiquem!
Quantos de vocês o mesmo fazem?
Não quero dar lições de moral,
Pois autoridade não me é confiada.

Apenas quero que outros evitem o erro
De viver a vida desafogadamente.
Façam do mal uma coisa boa
E do bem uma coisa ainda melhor…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:19
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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