Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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