Terça-feira, 04 de Março de 2008
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
A palavra mais exacta,
O verso mais intenso,
O poema mais grandioso,
Ainda não foram sequer esboçados,
E para mal de todos,
Nunca serão publicados.

Tudo o que deve ser dito
Jaz no interior de cada um,
Pois tudo o que sai
Não corresponde ao querer,
Mesmo assim tentem, tentem
Fazer o que ninguém nunca fez.

Sonhem, é bom sonhar.
Agora não o façam eternamente,
Acordem, convém que o façam.
Só assim poderão construir
Os barcos que se atreverão a navegar.
Sozinhos, ou talvez não.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:44
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Talvez não saibas
Mas os astros brilham o que brilham
Por respeito à tua luminosidade
Pois, se pudessem, brilhariam muito mais.

Talvez não saibas
Mas o Universo é o que é
Porque a tua grandeza o consente,
Pois seria mais amplo ainda.

Talvez não saibas
Que eu sou o que sou (nada),
Porque me privas do teu amor,
Pois então, contigo, seria muito mais completo.

Talvez não saibas,
Mas não o sabendo sabes bem,
Que a minha alma pertence,
Só a ti, a ti e a mais ninguém.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:22
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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