Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Sabes…

Aquilo que em mim te relembra,

Faz, ao mesmo tempo, de mim um louco.

Louco por poder ver esse teu sorriso.


Sabes…

Essas trocas de olhares que fazemos,

Esses momentos, em que sem querer,

Nos mostramos um ao outro,

Fazem-me voar, voar bem alto.


Sabes…

Esses simples gestos que me fazes,

Não os esqueço um segundo.

Todas essas palavras que me dizes,

Entram e ficam em mim, para sempre.


Não sabes…

Mas eu digo-to bem alto.

Aquela estela que te ofereci no teu dia,

Está cada vez mais viva.

Contagia, até outras, as mais pálidas.


Não sabes…

Mas os meus olhos mostram-to.

Sabes aquelas colinas que ousamos subir.

Estão, hoje mais que ontem, verdejantes.


Não sabes…

Mas a cada dia que passa,

Não consigo dizer que te lembro a espaços,

Pois, na verdade, nunca te chego a esquecer.


Sei…

Que o meu corpo depende de ti,

Depende desse teu sorriso, desse olhar,

De tudo o que me podes oferecer.


Sei…

Onde te posso encontrar,

Correr contigo, atrás de ti, á tua frente,

Mas essencialmente ao teu lado.


Sei…

Que posso contar contigo,

Arriscar a minha vida para te ajudar,

Pois por ti, nada é castigo, tudo é conquista.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:24
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Sabes…

Aquilo que em mim te relembra,

Faz, ao mesmo tempo, de mim um louco.

Louco por poder ver esse teu sorriso.


Sabes…

Essas trocas de olhares que fazemos,

Esses momentos, em que sem querer,

Nos mostramos um ao outro,

Fazem-me voar, voar bem alto.


Sabes…

Esses simples gestos que me fazes,

Não os esqueço um segundo.

Todas essas palavras que me dizes,

Entram e ficam em mim, para sempre.


Não sabes…

Mas eu digo-to bem alto.

Aquela estela que te ofereci no teu dia,

Está cada vez mais viva.

Contagia, até outras, as mais pálidas.


Não sabes…

Mas os meus olhos mostram-to.

Sabes aquelas colinas que ousamos subir.

Estão, hoje mais que ontem, verdejantes.


Não sabes…

Mas a cada dia que passa,

Não consigo dizer que te lembro a espaços,

Pois, na verdade, nunca te chego a esquecer.


Sei…

Que o meu corpo depende de ti,

Depende desse teu sorriso, desse olhar,

De tudo o que me podes oferecer.


Sei…

Onde te posso encontrar,

Correr contigo, atrás de ti, á tua frente,

Mas essencialmente ao teu lado.


Sei…

Que posso contar contigo,

Arriscar a minha vida para te ajudar,

Pois por ti, nada é castigo, tudo é conquista.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:24
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Porque é que …

Porque é que no amor não existem facilidades?
Sair por aí como um perdido,
Voar como uma andorinha extasiada,
Talvez pelo regresso da Primavera.

Porque é que nunca temos o que queremos?
Querer o mar e ter um riacho, seco, no Verão,
Mostrar que para mim és tudo,
E mesmo assim pensar que não chega.

Porque é que ainda luto?
Tenho o meu corpo ferido, irremediavelmente,
Talvez porque me dei demais a uma causa,
Fazer por ti tudo, e mesmo assim pensar que nada foi.

Porque será que ainda acredito neste amor impossível?
Talvez porque se não o fizesse ontem, hoje, amanhã…
Seria, sou, serei… um escravo preso no tempo,
Somente contigo, mas no pensamento…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:59
Quarta-feira, 09 de Abril de 2008

Neste momento olho a lua,
A tua suave face vai-se construindo nela,
Pouco a pouco,
E depois de completa desaparece.

Procuro-a novamente,
Quer na lua, quer à minha volta,
Mas nada, nenhum sinal de ti,
Estarei eu a alucinar por tanto pensar.

É verdade, penso em ti a cada segundo,
Não me canso de o fazer,
Pareço, por vezes, um simples vagabundo,
Que nas ruas te procura, prazer.

Que grande satisfação seria estar contigo,
Olhar-te nos olhos e dizer o quanto te amo,
Nunca senti tal por ninguém,
É um sentimento deveras especial, único.

Está, realmente, um dia muito frio,
Os amantes de toda a cidade passeiam-se pelas ruas,
E eu aqui a suspirar por ti, ofegante,
Consigo ver-nos nos seus papéis.

Tu e eu, de mãos dadas,
Partilhando o mesmo coração, a mesma razão,
Sofrendo as mesmas tristezas, os mesmos medos,
Mas caminhando sempre juntos.

Tomando a direcção da felicidade,
Que a não ser eterna, quase a é.
Dura tanto quanto nós os dois,
Mas um dia, mesmo que não queiramos, o destino nos separa.


Publicado por Sandro M. Gomes às 19:46
Quarta-feira, 09 de Abril de 2008

Neste momento olho a lua,
A tua suave face vai-se construindo nela,
Pouco a pouco,
E depois de completa desaparece.

Procuro-a novamente,
Quer na lua, quer à minha volta,
Mas nada, nenhum sinal de ti,
Estarei eu a alucinar por tanto pensar.

É verdade, penso em ti a cada segundo,
Não me canso de o fazer,
Pareço, por vezes, um simples vagabundo,
Que nas ruas te procura, prazer.

Que grande satisfação seria estar contigo,
Olhar-te nos olhos e dizer o quanto te amo,
Nunca senti tal por ninguém,
É um sentimento deveras especial, único.

Está, realmente, um dia muito frio,
Os amantes de toda a cidade passeiam-se pelas ruas,
E eu aqui a suspirar por ti, ofegante,
Consigo ver-nos nos seus papéis.

Tu e eu, de mãos dadas,
Partilhando o mesmo coração, a mesma razão,
Sofrendo as mesmas tristezas, os mesmos medos,
Mas caminhando sempre juntos.

Tomando a direcção da felicidade,
Que a não ser eterna, quase a é.
Dura tanto quanto nós os dois,
Mas um dia, mesmo que não queiramos, o destino nos separa.


Publicado por Sandro M. Gomes às 19:46
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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