Segunda-feira, 05 de Maio de 2008

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

A tua ausência torna a noite mais fria e escura.

Mesmo não querendo vi-me envolto em amargura.

Até quando este vazio perdura?

Quanto mais tempo me privas da tua ternura?


Tudo no meu ser se rasga, se desmembra e fractura.

Sem ti, vagabundo vagueio por ruas doentias,

E nem mesmo a gélida morte parece tão dura…

Sem ti, mulher meiga e pura.



Publicado por Sandro M. Gomes às 22:19

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

O tempo escasseia e vai acabar por passar,
E a vida, inequivocamente, vai esmorecendo,
Mas no meio de tudo isto, algo teima em existir
Que forte e destemidamente a tudo resiste,
E jamais se esquece.
Permanece muito para além do tempo,
Até para além da própria vida.
Perpetua-se para a eternidade…
O que, irremediavelmente, sinto por ti.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:06

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41

Quero ser como um poeta.
Poder falar, sentir, chorar…
Mas pouco ou nada me vale tentar
Porque não te tenho, a ti.

O teu inesquecível e doce sorrir
O teu penetrante e meigo olhar
Queria tanto…

Poder olhar para ti serenamente,
Depois meigamente tocar-te,
Abraçar-te com ternura e quente amor,
Para por fim,
Ousada e intensamente beijar-te.

Mas acaba tudo por ser em vão.
Lacerado e arrasado está o meu coração,
Porque vazio está, vagueando sem rumo nem razão.
Poeta não sou, e tu não mais que mera ilusão.


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:41
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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