Terça-feira, 13 de Maio de 2008

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

A árvore que olho através da janela
Voltou a ganhar cor, frescura…
Deixou crescer folhas, nascer flores
E por fim, deixou que se aproximassem os pássaros.

Pássaros que se apaixonaram pelo seu perfume.
Aroma adocicado e viciante
Que também a mim me seduz,
Faz-me levantar, ir mais adiante.


Observo-a da janela do meu quarto
E com ela todas estas aves
Que, em círculos, voam admirando-a.
Todo o seu magnífico porte.


Toda a sua grandiosidade e sumptuosidade.
Segura por fortes raízes
Que abraçam o solo em sua volta
Uma perfeita harmonia entre elementos.


Tão natural como eu me apaixonar por ela.
Todos aqueles cabelos pendentes e macios,
Essas pele que alegremente toco,
O perfume que cheiro das suas flores.


Doido, chego a rivalizar com tudo,
Com os pássaros, com o solo, o ar.
Não permito que eles te toquem,
Árvore, árvore da minha vida.


E se árvore não fores?
Se assumires forma humana?
Todas as características ditas e reditas
Se multiplicarão após a metamorfose.


Amarte-ei ainda mais depois de tal
Continuarei a manter-te viva
Sem qualquer indício de fraqueza
E assim crescerás, e eu contigo…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:27

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04

Poeta não sei mais ser.
De que me vale mais versos escrever
Se a ti, musa minha, jamais voltarei a contemplar
Sem ti nada faz sentido, de nada me vale
E para nada quero viver.


Uma e outra vez te falei do meu amor,
Uma e outra vez com minhas ninfas compartilhei
Toda esta minha sufocante dor.


Minha face disforme esta, mostrando todo este,
Que meu corpo invade, horror…
Todo este penetrante e sentido clamor
Musa minha, o que por ti não faria…


Os mais sombrios e inóspitos vales atravessaria,
Ao mais profundo e frio dos mares mergulharia,
Com assas de condor sobre o mais alto dos montes voaria…
E ia, ia, ia, ia, ia, ia, até ao fim.


Todos os teus medos e receios carregaria em mim.
Terá sido todo este amor
Uma dura e longa batalha fracassada?
Não! Porque um dia, mais que nunca,
Foste minha mulher, foste por mim amada.


Terá tido todo este amor um fim triste?
Não! Porque um dia fui teu príncipe, teu herói,
Dei-te tudo o que me pediste…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:04
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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