Sábado, 24 de Maio de 2008


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


Não quero que este momento
Tenha um fim,
Onde tudo acaba por ser nada
Sem ti…
Esperaria, se preciso fosse, por ti
Para te ver sorrir…
Porque, a verdade é uma só, não sou nada
Sem ti…


Independentemente de tudo isto,
Eu sei que cometi erros.
Tropecei, caí, levantei-me…
Mesmo assim arrisco estas simples palavras.


Quero que tu saibas
Que não tenciono deixar que isto acabe.
Estas palavras representam a minha alma.
Vou-me agarrar a este momento,
Pois o meu coração sangra.
Mesmo assim, não vou deixar que isto acabe.


Pensamentos lidos e relidos,
Para sempre perpetuados no tempo.
Todos esses pedaços de memórias
Que, despedaçados, caem no chão.
Eu sei o que tive e o que não tive,
Portanto, não vou deixar que isto acabe.
Mesmo que não queira, é verdade
Que nada sou sem ti…


Por ruas nostálgicas caminhei,
Onde, sozinho, apaguei o meu sofrimento.
Não tinha qualquer lugar para onde ir,
Até que cheguei ao fim…


Mesmo à minha frente
Vi um anjo cair do céu brilhante,
Mesmo quando não sabemos
O que realmente procuramos…



Publicado por Sandro M. Gomes às 20:28


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46


O sol brilha bem lá no alto.
Alimenta quem trabalha esta terra,
Quem a torna fecunda.
O sol, o imperador imortal…


A lua ilumina a noite escura.
Torna presente o gato esfíngico
Que, cuidadosamente, nos telhados
Procura a companhia nocturna.


O sol e a lua amam-se.
Beijam-se constantemente,
Ainda que a grande distância.
A lua é o espelho do sol.


Não são sete sóis nem sete luas.
São um “eu” e um “tu”, metaforicamente
Representados por estes maravilhosos astros.
Eu sou sol, tu és lua.


A realidade faz-nos distantes,
A ilusão, o sonho, junta-nos.
O tempo acaba connosco a cada instante,
Mas não existe espaço para a nossa grandeza.


As nossas vozes cantam em uníssono,
Lágrimas, em sincronia, escapam dos nossos olhos.
Nem divergem os nossos pensamentos…
Pois as palavras que são ditas, essas sim, não chegam.


Quando o sol deixar de brilhar,
A lua deixar de reflectir a sua luz,
O mundo irá terminar também.
Sendo assim, que o seu amor seja eterno….



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:46
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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