Terça-feira, 27 de Maio de 2008


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


As lágrimas que te caem dos olhos
São partes de um rio amargo.
Rio onde afluem desgostos
Daqueles que sofrem por Amor.


Os suspiros soltos por ti
São partes do vento que sopra.
Vento que carrega preces e orações
Daqueles que sofrem de Amor.


O sangue que foge do coração
É parte do tempo que teima passar.
Tempo que corre sem parar
Daqueles que sofrem por Amor.


Não tenciono que isto seja uma oração,
Apenas um ponto de partida
Para aqueles que sofrem, e
Querem voltar a viver, o Amor.



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:45


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28


Poeira que paira no vento,
Poesia que se torna Pensamento,
Tudo resultou de ti…
Do decorrer de amáveis dias,
Da canção que sempre ouvias
E da Luz que em ti vi…


Em cada noite que passa,
O teu vulto infrutiferamente me abraça,
Tão distante que não o vejo.
Sinto as nossas mãos unidas,
As nossas sombras perdidas
Como um sonho ardente sem desejo.


Apoderaram-se de mim as saudades
Trouxeram-me frias verdades,
Que fiz tudo para esquecer.
Vieram misteriosos incensos
Oscilaram brancos lenços
Mas nunca mais te voltei a ver…



Publicado por Sandro M. Gomes às 12:28
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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