Segunda-feira, 09 de Junho de 2008


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45


Pára... Aqui existe sombra! Pára e descansa!
Para trás, ficou já, o deserto árido.
Ao teu lado, a correr num leito transparente
Brinca um riacho alegre como uma criança.


Aqui, a terra veste verde, cor da esperança
E na árvore que balança e faz sombra,
Está uma ave que canta com o balançar,
No ramo que coberto de flores está!


Há sombra aqui... há um pouco de paz à volta...
Chegas cansada e triste a arrastar as mágoas,
Pára, descansa um pouco... e sonha que te faz bem...


Dorme, e ouve a canção que, à noite, te embala,
Pois a vida  é como um rio que corre sem parar,
E a poesia é uma sombra à beira desse mesmo rio.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:45
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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