Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46

Nunca irás saber, Amor,
A quantidade de vezes que te lembro,
Da forma como te amo loucamente,
Sem poder gritar como um perdido!

Nunca irás saber, Amor,
Das músicas que imaginei para ti,
Que toco em sonhos, só para ti,
Elas fazem-me chegar ao teu coração!

Nunca irás saber, Amor,
Dos meus dedos que percorrem a tua pele,
Dessa forma que te vejo sorrir para a minha alegria,
Que se torna uma visão angelical!

Nunca irás saber, Amor,
As vezes que procuro a tua face,
Um só tom que não desafine,
Na música do meu querer, mas em vão!

E ainda, Amor,
Que eu saia por aí a cantar delírios,
E decerto que te olharei bem do horizonte,
E verei que és a minha luz, em forma de ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:46
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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