Sábado, 21 de Junho de 2008

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32

A gélida distância
No tempo que já passou...
As tuas palavras gelaram o meu coração,
Não passou de uma questão de amor,
E uma fria verdade, sem calor.

As tuas palavras chegam a ser vazias,
Parecem ser ditas por obrigação,
Cruéis e angustiantes palavras.
Sem qualquer sentimento inerente,
Palavras ditadas ao vento,
Perdidas, palavras sem emoção.

Antes, absorvia as tuas palavras,
Elas incendiavam a minha pele,
Agitavam a minha alma de poeta,
Tornavam-se em grandes poemas,
E, no fundo, acalmavam-me,
Acentuavam o meu espírito.

Agora sinto tristeza nas tuas palavras,
Frias, apagando a minha última esperança.
São palavras desencontradas,
Palavras que nada dizem, mudas,
Presas ao papel, apenas,
Palavras que nada mostram,
Além do pouco que não dizem.

Fazem-me duvidar estas palavras,
Da tua indiferença,
Onde o carinho tende a estreitar.
Foram-me cravadas, no peito, facas,
Lâminas cruéis da realidade,
Mesmo no meu coração de apaixonado.

Como podes, tu, matar alguém?
Apenas com palavras desencontradas.


Publicado por Sandro M. Gomes às 23:32
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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