Quarta-feira, 25 de Junho de 2008


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Este infinito rio de amor,
Que chega a ser maior do que o tempo,
Este amor é bem real, e que, contudo
Eu não quero viver mais.

Este amor que surgiu do nada
E que dentro do mesmo nada se tornou tudo.
Este amor que é um lugar guardado para o
Meu corpo que se encontra acabado.

Este meu amor é como um rio, um rio
Noctívago, infindável e vagaroso
A deslizar pela vegetação imóvel.

E que me leva com ele no seu curso,
Iluminado pela paixão das trevas
Para um mar longínquo e sem fim.


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:09


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51


Esse riso é como um canto célebre
Da primeira estrela da manhã.
Milagre da primavera que chegou
E fez a neve, pouca, em água límpida.
Como uma rosa aberta ao vento,
Um riso muito breve...

Não, esse riso foi o canto célebre
Uma melodia perene em mim,
Som translúcido das gotas da chuva
A tocar a minha pele...
Harmonia perfeita e imperial,
Extremamente mágica se faz sentir no silêncio.

Oh, música que encontro na natureza,
Não temas ser inferior ao meu amor!
Maior mistério é o sonho,
Se, de repente, se apaga o riso na noite.


Publicado por Sandro M. Gomes às 15:51
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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