Segunda-feira, 30 de Junho de 2008


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18


A minha Primavera é o teu sorriso.
Por isso, não tem tempo, não tem ano,
Nem na cronologia qualquer dia.
Ela é a alegria dentro do ser completo.

Podem mudar o tempo, as vontades,
As rotas do rei-sol, a translação
De estrelas e cometas, que o teu olhar
Traz os prazeres da vida ao coração.

Ela anula as dores cruéis do corpo e da alma.
Transforma o que é triste em alegria
Na dádiva do amor - a imensa palma
Que traz felicidade ao dia-a-dia.

Logo, o teu sorriso é a Primavera
Que gera alegria mesmo numa longa espera.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11

O meu amor, sozinho,
Mais parece um jardim sem flores.
Gostava de lhe poder dizer, a ela,
Como é triste este sentimento de saudade.

E como eu gosto dela!
E ela de mim!
Mas parece que estou mais longe dela
Que da estrela poente ao fim da tarde.

Estrela, eu te digo agora:
Desce à terra! O amor existe
E a poesia pode surgir quando
A primavera nascer,
Para não mais morrer.

Não há mais amor sozinho,
É na união que ele prevalece.
Eu dar-te-ia todo o meu carinho,
Só pedia a nossa felicidade.

Vejo tanto no meu amor,
Um encanto talvez infinito,
E, no entanto, ela não sabe que tudo isto existe.
É muito triste sentir saudade.

Amor, eu te direi,
Amor que tanto procurei.
Ah, se eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.



Publicado por Sandro M. Gomes às 21:11
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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