Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

É o tempo que corrói e destrói a vida,
O mesmo tempo que flui constantemente.
É imutável, todas as suas horas são frias
E passa, distante, pelas nossas emoções.

Somos nós que damos significado às horas
Com as nossas atitudes e emoções vãs.
O nosso corpo segue ao sabor do vento,
Segue até encontrar dimensão alguma…

Dor, medo, amor… de quê?
Poder, dinheiro, luxos… para quê?
Se tudo acaba quando pára o coração…

Restam as vontades aprisionadas ao corpo,
Água, terra, um corpo… história inútil!
A vida acaba por nada ser… uma ilusão!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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