Quarta-feira, 02 de Julho de 2008

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Que mania esta, minha,
De desiludir quem me apoia.
Sinto-me fraco, abatido…
Tenho até nojo de mim mesmo.

Que mania de estragar tudo…
Decepção, desilusão… chamem-lhe o que quiserem.
Mereço nada… pois nada só fica bem
A quem tudo tem e tudo estraga…

Tenho em mim todos os males do mundo…
Não me queiras conhecer…
Não queiras sofrer, chorar…
Não queiras conhecer esta horrível pessoa.

Sou uma besta, sim…
Não há outro nome sequer…
Tenho pena até de ofender o animal,
De submeter o seu nome à minha insignificância.

Peço desculpa…
Se desculpas podem ser pedidas.
Perdoem-me…
Se quiserem salvar a alma deste pobre poeta.

O mal que faço nem desculpa merece…
Fica à vossa consideração…
Lanço apenas uma última prece…
Salvem este “ser” que nada merece…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:33

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58

Depois fiquei sozinho. O amor acabou
Senti-me pobre e triste.
Um cão veio e lambeu-me a mão na estrada,
Espantado, parei. Depois fiquei sozinho.

Depois veio esta poesia libertadora,
Aos poucos. Sofri muito mesmo.
Vi a face, em sangue, de Deus,
Vi a sua imagem e rezei. Depois fiquei sozinho.

Com o Verão chegou o medo.
Desci do meu castelo até ao rochedo
E falei sobre a noite e sobre o mar...

Anunciei anjos salvadores…
Depois fechei os olhos
E só então fiquei completamente sozinho.


Publicado por Sandro M. Gomes às 17:58
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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