Domingo, 06 de Julho de 2008

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47

Subi aquela alta colina
Para ver o fim de tarde.
Por entre os infinitos rios
O silêncio está sepultado na sombra.

Deste modo, entrei no pensamento,
Fiz da morte uma amiga minha,
Junto dessa grande montanha,
Bem do outro lado do poente.

Nesse preciso momento
Tudo pareceu amorfo e sem memória.
Foi quando, de repente, uma donzela
De vermelho surgiu no vale e correu… correu… correu…


Publicado por Sandro M. Gomes às 18:47
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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