Segunda-feira, 07 de Julho de 2008

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09

É angustiante estar sozinho na tristeza
E na prece! Que angústia, estar sozinho,
Imensa, na inocência! Acesa a noite,
Revela, em brancas trevas o caminho…


Na vida a solidão do barulho da cidade
Une as almas frias à beleza aparente.
Da neve vã, tristemente, surge
O sonho, neve da natureza!


Irrecuperável, mesmo irrecuperável
Tanto quanto essa torre medieval,
Cruel, pura, insensível, inefável.


Torre: é uma angústia estar sozinho! Ó alma,
Que ideal perfume, que fatal,
Adormecimento desfaz a flor do céu!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:09
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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