Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40

Passas, deslizas pela rua
Com graça divina.
Bela, olhos brilhantes...
Como uma gotícula de orvalho
Ou como puros diamantes...


Caminhas de forma graciosa...
Uma obra de Deus
Que atinge o meu coração,
Quando me dizes adeus
Acenando essa tua bela e fina mão.


Vejo-te a passar,
Durante todo o teu passeio,
De alegria espelhada nos olhos...
Assemelho-me à criança no recreio,
Pasmado com o desconhecido.


Passaste...
Fico apenas a imaginar-te
A andar por aí...
Fico então a pensar triste:
Morri, morri... de amor!


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:40
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
mais sobre mim
Julho 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9

13
14
15

20
21
23
25
26

30


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO