Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
mais sobre mim
Julho 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9

13
14
15

20
21
23
25
26

30


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO