Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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