Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Terça-feira, 29 de Julho de 2008

Tenho imensas saudades
Da alegria que tu despertas em mim.
Sinto que os meus dias são vazios
As horas não têm motivo nem fim.

Tenho falta de coragem, intenção
Para me libertar deste adormecimento
E dar uma nova vida ao coração
Desolado pela falta de amor.

Tenho saudades tuas,
Do teu sorriso, do teu olhar...
Tu ainda vives no meu peito,
Na minha alma, no meu querer.

Acompanhas o meu tempo,
És a minha motivação,
És a minha lembrança dolorosa.

Ficaste num caminho que desconheço…
Ficaste com a rosa e eu com os espinhos,
Ficaste com a cicatriz e eu com a ferida…


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:18
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

Quando sinto um louco desejo de te ter
É o coração a gritar de amor…
Quando tenho consciência que nada é possível
É a razão a ordenar paciência…

Um coração que te ama,
Uma razão que te conhece…
O mesmo coração que te quer,
A mesma razão que te diz impossível…

Um grande dilema…
Duas forças incrivelmente antagónicas!
E não sei a qual delas deva obedecer
Pois tenho medo de voltar a sofrer!

Resta esta enorme vontade de vencer.
Entre a espada e a parede;
Entre o coração e a razão…
Que ao sonho conduzem.

Sonho emotivo, sonho racional,
Um único sonho: TU!
Uma realidade aparente 
Que se divide entre o coração e a razão…


Publicado por Sandro M. Gomes às 22:23
Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
mais sobre mim
Julho 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9

13
14
15

20
21
23
25
26

30


pesquisar neste blog
 
subscrever feeds
blogs SAPO