Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Domingo, 27 de Julho de 2008

Muitas vezes, na voz, ficam presas
As palavras, encerradas…
No olhar uma constante interrogação
Que jamais foi e será dita.

Muitas vezes, nos lábios, ficou preso
O sorriso, amarelado…
E o abraço carinhoso e desmedido
Ficou agarrado aos meus braços.

Muitas vezes, o beijo, foi desfeito pela boca,
Que estava pronto para despontar.
Sentimentos emoções e desejos…
Tudo acabou por passar…

O tempo passou demasiado rápido
E como tudo poderia ter sido mágico…
Perdeu-se uma excelente oportunidade…

Minha alma ficou em si mesma…
Calada sentiu toda a decepção
E escondeu a minha sinceridade…


Publicado por Sandro M. Gomes às 20:33
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Tu levaste-me e eu fui... na escuridão, atrevidos
Amamos, um pouco surpreendidos
Pelo calor que nos unia,
Nós que sempre estivemos separados…

Surpreendi-me, confesso-te, dos clamores
Com que encheste os meus patéticos ouvidos
E achei rude o calor dos teus gemidos,
Eu que os julgara sempre desolados.

Só assim arranquei a linha inútil
Da tua eterna túnica...
Para glória deste amor ardente.

Gostariam de te ver como eu te via
Depois, iluminada pela lâmpada macia,
Olhos reluzentes, sorriso astral, corpo divinal.


Publicado por Sandro M. Gomes às 21:08
Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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