Quarta-feira, 02 de Setembro de 2009

Fiz como tu disseste,

Segui todas as tuas regras sem as questionar!

Pensei que isso me ajudaria a ver, claramente, a realidade

Mas eu olho em meu redor

E não consigo perceber nada, estou cego!


Tudo gira em meu redor, sem parar!

Eu próprio giro sem parar…

Completamente fora de controlo!


Para onde devo ir, diz-me!

Diz-me o que devo fazer!

Não consigo perceber o que queres de mim…

Porque, na verdade, não sei se devo confiar em ti,

Não percebo o que queres de mim.


Desde o princípio pensei que a tua presença fosse perene!

Para me fazer ver que não estou sozinho

Mas o triste facto é que eu estava…


E eu nunca vou saber a verdadeira resposta

Para este mistério sem fim!

Foto: Girar de um Mundo de Sara Santos


Publicado por Sandro M. Gomes às 00:23
Es un poema de muy libre interpretación, pero yo creo (a lo mejor me equivoco, no lo sé) que habla de las dudas y la decepción que siente uno cuando sigue una religión, y ésta no acaba de llenarnos.

De pequeña recibí una educación religiosa, y ahora mismo soy atea, porque las normas no me cuadran con la realidad...

Un saludo,
Deprisa
Deprisa a 2 de Setembro de 2009 às 11:26

Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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