Terça-feira, 03 de Junho de 2008


Sou, de certo, um amante,
Amo a natureza e tudo o que dela resulta,
Nunca olho a gastos para a defender,
Depois das desgraças, procuro a bonança.
Recordações, são apenas memórias, nada mais,
Onde afogo por vezes as minhas lágrimas.


Mar que vais e vens,
Incendeia-me, e faz-me amar,
Gela-me e faz-me também pensar.
Um dia serás minha, amor,
E aí, saberás o que realmente sinto,
Lutarei por ti, a todo o momento.


Lutas nunca são em vão,
Onde o principal objectivo é realizar
Um sonho que vive em mim.
Reconheço, desde já, que senti algo
E que simpatizei contigo quanto te vi.
Nunca pude dizer-to, é certo,
Com receio vivo, de um desprezo teu,
O meu coração acelera quando me aproximo de ti.


Gelado pela distância de sentimentos,
Ondeio pelas ruas da amargura,
Maleável e com um ar rastejante.
Entro no teu coração, à força,
Sempre na dúvida da minha identidade.



Publicado por Sandro M. Gomes às 18:18
um belo poema de amor e apego
um abraço
Mario Ferrari a 4 de Junho de 2008 às 16:31

Uma aventura nada arriscada pelo mundo da poesia. Entra e instala-te, deixa que em ti flua, de modo sensato, o espírito e a inspiração poética.
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